Sete candidatos ainda aguardam julgamento de registro na Corte Eleitoral

TSE aprova seis chapas à Presidência nas eleições de 2026. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
Seis das 13 chapas que pediram registro para disputar a Presidência da República tiveram as candidaturas aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quarta-feira (2). A decisão foi unânime e libera os candidatos e seus respectivos vices para a disputa das eleições de outubro.
As seis chapas aprovadas são:
- Edmilson Costa e Cleusa Santos (PCB);
- Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar (PL);
- Hertz Dias e Vanessa Portugal (PSTU);
- Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB);
- Romeu Zema e Eduardo Girão (Novo);
- Samara Martins e Raquel Brício (UP).
A análise ocorreu em sessão virtual, na qual os ministros registram os votos diretamente no sistema da Corte, sem votação presencial. Os sete integrantes do TSE entenderam que as chapas apresentaram a documentação necessária e atenderam aos requisitos exigidos para disputar o pleito.
Ao todo, o TSE recebeu 13 pedidos de registro de candidatura à Presidência. Com as seis decisões desta quarta-feira, outros sete candidatos e seus respectivos vices ainda aguardam julgamento pela Corte. Os registros ainda pendentes são:
- Augusto Cury e Júlio Delgado (Avante);
- Clariana Barão e Fabiana Torquato (DC);
- Pablo Marçal e Leonardo Avalanche (PRTB);
- Renan Santos e Coronel Medina (Missão);
- Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab (PSD);
- Rui Costa Pimenta e Antônio Carlos (PCO);
- Wilson Grassi e Suêd Haidar (Democrata).
- Pablo Marçal
Situação de Pablo Marçal
Entre as candidaturas que ainda aguardam decisão está a de Pablo Marçal, que concorre ao lado de Leonardo Avalanche pelo PRTB. Antes do julgamento definitivo do registro, o TSE concedeu uma liminar que impede Marçal temporariamente de praticar atos de propaganda eleitoral, participar de debates e utilizar o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão.
A medida foi tomada por unanimidade após pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE) e continuará válida até que o Tribunal analise o mérito do registro da candidatura. A decisão também impede o acesso de Marçal a recursos públicos destinados à campanha eleitoral enquanto a questão estiver pendente.
Segundo o MPE, Marçal está inelegível até 2032 após condenação por promover concursos de cortes de vídeos com oferta de prêmios para disseminação de conteúdo eleitoral. O Ministério Público também questiona o cumprimento do prazo de filiação partidária ao PRTB, e o TSE ressaltou que a liminar não representa antecipação do julgamento definitivo do registro.
FONTE: ACRITICA.NET




