
Existe um grande — na verdade, gigantesco — jogo de interesses por trás das declarações que ganharam as redes sociais nos últimos dias.
O movimento liderado por um grupo de acadêmicos para denegrir a imagem e a credibilidade da agora Universidad Interamericana não reflete a realidade, mas sim uma orquestrada campanha de desinformação.
A transição e sucessão institucional da UCP para Universidad Interamericana é um fato absolutamente normal.
Seja no setor educacional ou em qualquer outro ramo econômico, a sucessão faz parte da dinâmica empresarial e social.
Neste caso específico, todo o processo foi conduzido em rigorosa conformidade com a legislação educacional do Paraguai, respeitando cada um dos procedimentos exigidos pelas autoridades competentes.
O que precisa ser escancarado e não pode mais ser jogado para debaixo do tapete é o cenário de concorrência desleal, desmedida e sem escrúpulos que certas instituições de ensino de medicina em Pedro Juan Caballero passaram a adotar para tentar abarcar uma fatia do mercado.
Sem a mínima estrutura para oferecer uma formação médica digna, apelam para o “vale tudo” na tentativa de arrancar alunos da Interamericana — uma instituição que atingiu o patamar onde está justamente por conta de seu investimento maciço em infraestrutura.
É inegável: a Universidad Interamericana possui a maior e melhor estrutura de ensino de medicina do Paraguai e da América Latina.
A estrutura até então da UCP passou para a Universidad Interamericana, melhorando a qualidade do ensino em vários itens que já estavam no cronograma pré-estabelecido para a sucessão.
Quem tem dúvidas e deseja comprovar “in loco” pode visitar suas sedes, onde a equipe está sempre de portas abertas para recepcionar e atender a todos, sem distinção.
Em contrapartida, para competir com esse padrão de excelência, a concorrência passou a adotar metodologias rasteiras para atrair estudantes: promessas de matrícula gratuita, mensalidades pela metade do preço e até mais, facilidades indevidas em avaliações e outros “milagres” que só o submundo da educação superior consegue inventar.
Ninguém em sã consciência pode acreditar que uma instituição ofereça ensino médico de qualidade e eficiência vendendo facilidades a preço de banana.
Trata-se do mais puro mercantilismo desesperado para tentar se manter de pé no mercado.
E os responsáveis por esse movimento têm nome e sobrenome.
Pode ser citado como exemplo a UPAP (Universidade Politécnica e Artística do Paraguai), em Pedro Juan Caballero, é uma das instituições que têm “investido” pesado nessa abordagem.
Outras utilizam métodos mais “discretos”, mas também estão na “concorrência”.
Quem conhece o meio universitário sabe perfeitamente qual é a real “estrutura” que a UPAP oferece.
Outras estão no “mesmo patamar”.
Para captar alunos, essas instituições oferecem promessas irrealistas a acadêmicos em situação vulnerável — seja por pendências em provas, alto índice de faltas ou outros entraves acadêmicos.
As táticas incluem a abordagem de estudantes na própria porta da Interamericana e o envio ostensivo de mensagens propondo esquemas de transferência.
Aqueles que caíram no “conto do vigário” e aceitaram essas ofertas milagrosas foram matriculados de forma irregular e, hoje, amargam o arrependimento.
A realidade é simples: para o aluno que está com sua vida acadêmica em dia e focado em seu futuro, não há qualquer motivo ou argumento para não continuar na maior e melhor universidade de medicina da região de fronteira.
A qualidade da Universidad Interamericana se prova no cotidiano e nos altos índices de aprovação no Revalida por todo o Brasil.
O restante é apenas o ruído de quem prefere o atalho em vez da excelência.





